Não a considero uma arte mas uma necessidade, um desabafo, uma maneira de encontrar a minha paz interior.
É o meu escape. Já há tanto tempo que escrevo que não estou a ver a minha vida sem o fazer.
Adoro jogos de palavras e de brincar com as expressões dos outros.
A ironia é como uma tesão matinal, tem de ser exorcizada.
A critica é tão poderosa que pode construir (ou destruir) todo um ideal. toda uma maneira de ver o mundo, por isso, tem de ser manuseada com muito cuidado, tem de ser alimentada com as melhores intenções.
Sempre tive a mania de criticar tudo e todos, destruir os mundos que não gosto, as pessoas que não me tocam, as almas que não cantam a mesma musica que eu.
Depois, vim a substituir pelo alimentar o ego das outras pessoas. acreditam que sabe bem fazer com que os outros se sintam bem. Fazer com que se sintam preenchidos, que seja felizes nem que essa felicidade dure apenas uns segundos.
Dizer - Estas linda hoje! deixa qualquer mulher com um sorriso nos lábios.
Será que é sempre verdade toda esta tempestade de elogios e cumprimento?
Não sei se é sempre verdade, acredito que faço isso porque tenho de o fazer para não criticar, para não destruir, para não dizer - Mundo me merda! Gente de merda! Cambada de cães! Animais! Sem coração!
Não sou moderado, sou de extremos. De viver ao máximo sem dó nem piedade . Posso até não ser boa pessoa mas estou em paz interior comigo mesmo.
És capaz de dizer o mesmo?
Sem comentários:
Enviar um comentário